Pau d’Arco
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Dentro da boca, a língua do Aurélio Goiano virou uma parte do corpo que ele não consegue mais controlar. Ganhando vida própria, se movimenta mais rápida que o cérebro do dono ao proferir ofensas, trair propostas de campanhas e principalmente de se lembrar de esquecer promessas. Na campanha, a língua ferina de Aurélio defendia que
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Em recente manifestação, Aurélio Goiano de microfone na mão fingia desconhecimento e perguntava a uma platéia cativa “quem era o tal do Marden” que reclamava 24 horas nas redes sociais sobre o seu governo. Na ocasião a pergunta soou meio esquisita, mas com algum esforço pode ser decifrada. Ele se referia a Marden Lima, presidente
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Quando Aurélio Goiano se elegeu prefeito em 2024, Parauapebas sofria basicamente com dois problemas: o excesso de lama moral na administração e a falta de projetos. Decorridos 43 dias desde a abertura das urnas, Parauapebas continua imersa no lodo, mas a boa notícia e que já dispõe de um rumo. Contrariado e incorporando a imagem
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Ontem, Aurélio Goiano completou 30 dias a frente do Governo. Em 30 dias de governo, Aurélio apontou para o horizonte e mostrou aos eleitores que Parauapebas pode se tornar uma cidade melhor para se viver, que os “jabutis” que habitavam as secretarias e drenavam recursos e nada faziam podiam ser retirados dos galhos da administração,
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Segundo os antigos, a reza servia de proteção contra assombrações. Não sabemos como está a fé do prefeito de Pau d’Arco, mas se depender dessa máxima, seria melhor que ele pedisse com mais fervor a proteção divina. Nos corredores da prefeitura, mais especificamente na secretaria de finanças, ronda uma sombra que muito se assemelha a
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No século XVI, o termo “eminência parda” era usado para se referir a uma pessoa que, mesmo sem cargo de mando, exercia enorme interferência no governo de forma discreta (ou nem tanto). Com essa comportamento, Richelieu conseguia mandar e desmandar no reinado de Luis XIII, um monarca sem voz política. Geralmente essa influência era conseguida
